17 de ago. de 2023

Delgatti diz que Bolsonaro e marqueteiro queriam criar urna fake para colocar em dúvida as eleições e o TSE

Hacker diz que a ideia era um criar um código-fonte "fake" para enganar a população, mostrando que seria possível "apertar um voto e sair outro"

17 de agosto de 2023, 10:13 h Atualizado em 17 de agosto de 2023, 10:24

              
            Walter Delgatti Neto (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
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Delgatti diz que Bolsonaro e marqueteiro queriam criar urna fake para colocar em dúvida as eleições · Ouvir artigo

247 - Em depoimento à CPMI dos Atos Golpistas nesta quinta-feira (17), o hacker Walter Delgatti Neto afirmou que o marqueteiro da última campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL), Duda Lima, queria que o hacker criasse um código 'fake' para uma urna eletrônica com o objetivo de enganar a população e desacreditar o processo eleitoral brasileiro. Posteriormente, Bolsonaro teria dado aval para o plano.

Segundo ele, o objetivo era fazer uma apresentação no 7 de setembro mostrando que seria possível inserir um voto na urna eletrônica e o equipamento contabilizar uma informação diferente. "O Duda inicialmente disse que o ideal seria eu fazer uma reunião com a esquerda e de forma espontânea falar das urnas, falar da fragilidade das urnas. Não ocorreu porque o meu encontro saiu na mídia e eles cancelaram isso. A segunda ideia era no dia 7 de setembro eles pegarem uma urna emprestada da OAB e que eu colocasse um aplicativo meu lá e mostrasse à população que é possível apertar um voto e sair outro. O código-fonte da urna, eu faria o meu, só mostrando, a população vendo que é possível apertar um voto e imprimir outro".

"O código-fonte é o código em si, aberto, tem diversos arquivos. E compilados eles viram apenas um, que é o que estava nas urnas. E quem tem acesso ao código-fonte antes de compila-lo consegue inserir linhas que façam com que seja apertado um voto e o resultado seja outro. Eles queriam que eu fizesse um código fonte meu, não o do TSE, e nesse código-fonte eu inserisse essas linhas, que chamam de código malicioso, porque ele tem como finalidade enganar, colocar dúvidas na eleição", explicou.
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3 de ago. de 2023

Os 30 anos do Mercosul qual o caminho a seguir

 30 anos do Mercosul: o que restou para comemorar?

A partir de 2000, com os governos progressistas em posições de comando no bloco, o Mercosul passa a ser social e participativo / Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Por Renato Martins, para a Revista Teoria e Debate em 26/03/21

Uma das experiências mais desafiadoras da integração regional consistiu no esforço de articulação entre governos e sociedade civil para ajustar o ritmo do Mercosul econômico e comercial à dinâmica do Mercosul social e participativo. Esse movimento tornou-se mais consistente a partir do ano 2000, quando os governos progressistas foram assumindo pouco a pouco posições de comando no bloco. As instituições sociais geradas naquele período foram criadas com o propósito de sintonizar a integração econômica à integração social. Nunca houve a intenção de opor uma forma de integração à outra.


Decorridos 30 anos da assinatura do Tratado de Assunção, o Mercosul encontra-se em franco declínio, com a fragmentação política colocando em risco os avanços conquistados nos planos econômico, comercial, social e cultural. Uma mostra disso são as atuais ameaças à união aduaneira imperfeita, condição que o bloco alcançou ao longo de três décadas de negociações e implica na adoção de uma tarifa externa comum (TEC), ainda que permeada por exceções, para ser aplicada nas relações comerciais com terceiros.

O fim da TEC representaria a volta do Mercosul a uma área de livre comércio, ideia que hoje, com exceção da Argentina, tem encontrado crescente respaldo entre os demais membros do bloco. Outra indicação é a forma como o acordo Mercosul-União Europeia vem sendo negociado. Há muito tempo esta iniciativa se assemelha a um tratado bilateral de livre comércio (TLC), sem nenhuma preocupação com o fortalecimento institucional do Mercosul. No formato atual, o acordo se reveste de um forte viés neocolonial. Assiná-lo agora, passando por cima das assimetrias entre os dois blocos, equivaleria ao Mercosul abrir mão do direito ao desenvolvimento econômico e abdicar de existir como um bloco soberano.

Ao fazer o balanço desse período é forçoso reconhecer que o Mercosul encontra-se à deriva, não tendo evoluído nos últimos anos nem na direção da integração econômica e comercial, nem da integração social e participativa. O que teria contribuído para isso? Nesse artigo vamos argumentar que, além de dificuldades conjunturais, a integração econômica e a democratização do bloco esbarraram em obstáculos maiores e mais antigos, a começar pela resistência de setores-chave em aceitar a ampliação e o aprofundamento da integração regional.

Vícios de origem 

O vício de origem do Mercosul foi sonhar com a livre circulação de capitais, bens e serviços e ignorar o direito à livre circulação das pessoas. Conforme revelam outras experiências regionais, a integração nesses moldes se torna desequilibrada, uma vez que tende a avançar do lado dos mercados e a regredir do lado dos direitos sociais. Na ausência de políticas complementares, a suspensão das barreiras comerciais acirra a guerra fiscal, debilitando a capacidade financeira dos Estados. Os subsídios e isenções fiscais oferecidas às grandes empresas nacionais e transnacionais drenam recursos que, em outra situação, poderiam ser orientados para a integração das pequenas e médias empresas, assim como para a educação, saúde e assistência social, prejudicando os setores mais vulneráveis da sociedade que dependem desses serviços públicos.

Esta matéria completa esta em: Instituto Lula


O governo Lula e os militares

 As “aproximações sucessivas” do Alto Comando do Exército no governo Lula. Por Jeferson Miola

Publicado por Jeferson Miola - Atualizado em 3 de agosto de 2023 às 10:59

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Presidente Lula e militares. (Foto: Reprodução)



Anos atrás, por ocasião de palestra proferida numa loja maçônica em Brasília [15/9/2017], o general Hamilton Mourão afirmou que “se tiver que haver, haverá” uma intervenção militar.

Importante destacar que a interpretação delirante do artigo 142 da Constituição, que em 15 de setembro de 2017, data da palestra de Mourão na maçonaria, já era uma gramática corrente nos meios castrenses, passou a ganhar evidenciação pública e a se organizar como uma força-movimento de extrema-direita no período imediatamente subsequente.

Àquela altura, o partido dos generais já avançava na materialização do seu projeto secreto de poder com Bolsonaro, cuja candidatura presidencial dele para 2018 fora lançada em 29 de novembro de 2014, quatro anos antes, na AMAN, a Academia Militar das Agulhas Negras.

O general Mourão, que na época ainda estava na ativa, era Secretário de Economia e Finanças do Exército e integrava o Alto Comando, disse: “Na minha visão, aí a minha visão que coincide com os meus companheiros do Alto Comando do Exército, nós estamos numa situação daquilo que poderíamos lembrar lá da tábua de logaritmos, ‘aproximações sucessivas’”.  ameaçou: “ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso” – ou seja, um golpe militar.

Sintomaticamente, uma das mais decisivas e notórias “aproximações sucessivas” da estratégia golpista do Alto Comando do Exército [ACE] foi conhecida menos de sete meses depois, em 3 de abril de 2018, quando o general conspirador Villas Bôas publicou, em nome do Alto Comando, o famigerado tweet pressionando o STF a manter a prisão ilegal de Lula.

Após os reveses sofridos no último período – a derrota da chapa militar Bolsonaro/Braga Netto em 30 de outubro e o fracasso da intentona golpista de 8 de janeiro – as cúpulas partidarizadas das Forças Armadas apenas fizeram uma inflexão tática em busca de um reposicionamento político. Tentam recuperar a falsa imagem de profissionalismo e compromisso com a legalidade.

São inconfiáveis, contudo, as dissimulações de altos oficiais do Exército, dentre eles o general Tomás Paiva, que proclamam que o Exército é uma instituição “apolítica e apartidária”.

Não deixa de ser irônico o atual comandante da Força Terrestre declarar isso, pois em 2014 ele era o comandante da AMAN quando ocorreu um ato político-partidário inaceitável no Estado de Direito, que foi o lançamento da candidatura de Bolsonaro à presidência durante cerimônia de formatura de aspirantes a oficiais do Exército. Com a anuência dele, general Tomás Paiva.

O inquérito do Comando Militar do Planalto sobre os atos golpistas, só tornado público no último dia 26, acende uma luz de alerta que deveria ser tomada em séria preocupação pelo governo.

Trata-se de uma peça de ficção que falsifica a realidade, escamoteia o envolvimento dos militares na dinâmica golpista e, ainda, culpabiliza o governo Lula pelos ataques criminosos às instituições da República, inclusive o próprio Palácio do Planalto.

Mais grave que o inquérito farsesco, no entanto, foi o encaminhamento de ofício do general Tomás à CPMI dos atos golpistas reforçando tal versão forjada e mentirosa.

Um detalhe que não deixa de causar curiosidade: o ofício do comandante do Exército atendeu a requerimento do deputado ultradireitista André Fernandes-PL/CE, que é investigado pelo STF por apoiar e incentivar a horda fascista que saiu do QG do Exército para depredar o Supremo, o Congresso e o Planalto. Um jogo combinado?

É perigoso confiar que as cúpulas militares, que são partidarizadas e ultrapolitizadas, estejam de fato empenhadas em aceitar a subordinação ao poder civil e à democracia. O partido dos generais não abandonou o projeto próprio de poder militar e tampouco abdicou da delirante fantasia de se considerar um Poder Moderador.

Os militares continuam à espreita e atentos a cada nova janela de oportunidade que se abre para avançarem com suas aproximações sucessivas. No encontro maçônico de 2017, Mourão destacou que “nós temos planejamentos, muito bem feitos”. Na falha dos Poderes constituídos, “chegará a hora que nós teremos que impor uma solução”, ele disse.

O comando do Exército tem deixado sinais muito claros no ar, sem que haja reação das instituições e do poder político [governo e Congresso]. Além de não instaurar investigações sobre militares implicados em ilícitos e nos atentados à democracia, assegura impunidade e brinda delinquentes fardados com postos importantes.

O comparecimento do tenente coronel Mauro Cid fardado na CPMI dos atos golpistas escalou mais um degrau do teste de afronta militar ao poder político. Sem provocar repúdio do Congresso e desaprovação do ministro da Defesa.

As cúpulas militares são um fator extremamente crítico e ameaçador na realidade brasileira. A sobrevivência da democracia depende da capacidade que a sociedade civil, as instituições da República e o poder político tiverem de enfrentar em definitivo a questão militar no Brasil.

O governo precisa revisar urgentemente a continuidade da opção política do ministro José Múcio Monteiro, que não só é equivocada, como está favorecendo a reconfiguração da capacidade golpista do partido dos generais.

Não é só o governo Lula que continua sob ameaça fardada, mas a própria democracia.

1 de ago. de 2023

Construção naval, Petroleiros, melhora na economia no governo Lula dá força a Industria Naval

 Construção naval não dá conta e pedidos para petroleiros de produtos aumentam 337% na comparação ano a ano

Escrito por

Roberta Souza em Indústria Naval

29 de julho de 2023



Foto: reprodução Yahoo

Demanda por navios-tanque de petroleiros impulsiona crescimento no setor de construção naval em 2023

Após um período de baixa demanda e poucos pedidos de novos navios-tanque de produtos, o setor naval recebe uma injeção de otimismo com o aumento significativo nas encomendas de petroleiros nos primeiros seis meses de 2023. Segundo a BIMCO (Baltic and International Maritime Council), a quantidade de navios-tanque de produtos encomendados superou todo o volume registrado em 2022, com um expressivo crescimento de 337% em comparação ao ano anterior, de acordo com o site Portos e Navios.

Alta nas encomendas de petroleiros para a construção naval no primeiro semestre de 2023

A BIMCO, conceituada entidade do setor marítimo, revela que a demanda por navios-tanque de produtos disparou no primeiro semestre de 2023, totalizando um impressionante volume de 8,9 milhões de toneladas de porte bruto (dwt). Esse aumento vertiginoso nas encomendas se deve em grande parte ao cenário favorável das taxas de frete e ao crescimento na demanda por transporte de produtos.

Com o envelhecimento gradual da frota de navios-tanque de produtos de construção naval ao longo da última década, a média de idade das embarcações atualmente é de 13 anos. Diante dessa realidade, as encomendas de novos navios-tanque vêm se tornando uma necessidade urgente para a indústria naval, buscando modernizar e aumentar a capacidade de transporte dessas embarcações essenciais para o comércio de produtos ao redor do mundo.

Otimismo impulsionado por taxas de frete e demanda crescente

O setor de construção naval recebe um novo fôlego em 2023 com o aumento expressivo de encomendas de navios-tanque de produtos. A combinação de taxas de frete favoráveis e a crescente demanda por transporte marítimo tem impulsionado os armadores a investirem em novas embarcações para atender à necessidade do mercado de construção naval.

A confiança renovada no setor de construção naval se reflete nas perspectivas positivas da BIMCO, que projeta um cenário promissor para o restante do ano de 2023. O aquecimento da demanda global por produtos, somado à escassez de navios-tanque de produtos disponíveis, abre oportunidades para o crescimento das empresas que atuam no transporte marítimo e impulsiona a indústria naval.

O crescimento da construção naval

O setor naval experimenta uma retomada de crescimento com o aumento expressivo nas encomendas de navios-tanque de produtos em 2023. A alta nas taxas de frete e o crescimento da demanda por transporte marítimo têm impulsionado os armadores a investirem na modernização da frota e na construção de novas embarcações. 

A perspectiva positiva para o restante do ano no setor de construção naval indica um cenário promissor para a indústria naval e reafirma a importância estratégica dos navios-tanque de produtos no comércio global. A renovação da frota e o aumento da capacidade de transporte dessas embarcações são fatores essenciais para o desenvolvimento sustentável do setor e para atender às necessidades do mercado em constante expansão.

27 de jul. de 2023

Caixa Económica federal credencia Corretores de imóveis

 

CAIXA anuncia edital para o Credenciamento de Corretores de Imóveis

A CAIXA, uma das principais instituições financeiras do Brasil, anunciou uma convocação que pode render um boa renda extra. Foi divulgado um novo edital para o credenciamento de corretores de imóveis. Este anúncio, que tem implicações significativas para o setor imobiliário do país, é o foco deste artigo.

Sobre o Edital Convocação CAIXA

O edital foi lançado com o objetivo de credenciar corretores de imóveis para a prestação de serviços de intermediação e assessoramento de venda de imóveis da CAIXA. As inscrições para o credenciamento estão abertas no Portal de Licitações da CAIXA até o dia 4 de agosto.

Quem pode se inscrever?

Os interessados em se credenciar devem ser pessoas jurídicas. Além disso, mesmo aqueles que já possuem contrato vigente com a CAIXA deverão participar do novo credenciamento, seguindo as regras estabelecidas no edital.

Caso o Corretor de imóveis ainda não tenha um CNPJ separamos uma oportunidade para você criar o seu CNPJ Grátis e lucrar com essa oportunidade. Confira Aqui!

Atuação dos corretores de imóveis credenciados

Os corretores credenciados terão a oportunidade de atuar em parceria com a CAIXA, podendo prestar serviços de intermediação de vendas e assessoramento de venda. Isso inclui a prospecção de clientes para a compra de imóveis e o apoio ao cliente em todas as etapas do processo de venda, sem custos para os potenciais compradores.

Remuneração dos corretores de imóveis

Depois que o corretor apresentar a matrícula com o registro de compra e venda, a CAIXA pagará ao contratado uma remuneração correspondente a 5% do valor de venda do imóvel, caso a prospecção tenha sido realizada pelo corretor. Caso o corretor preste somente o serviço de assessoria ao comprador, sem fazer a prospecção, ele receberá 1% do valor de venda, limitado a R$ 1,5 mil. Esses valores serão pagos já com os impostos devidos descontados.

O que são os imóveis da CAIXA?

Os imóveis da CAIXA são aqueles que foram retomados pela instituição e estão sendo colocados à venda para o público em geral. Eles incluem casas, apartamentos, terrenos e imóveis comerciais localizados em todo o país. Esses imóveis podem ser adquiridos para fins habitacionais, comerciais ou para investimentos.

Como são as condições de pagamento?

Cada imóvel à venda possui suas próprias condições de pagamento. Elas podem ser à vista, através de financiamento e/ou com a utilização do FGTS.

Leia Também: Corretor de imóveis precisa ter CNPJ?

Onde encontrar as informações sobre os imóveis?

As informações sobre os imóveis à venda estarão disponíveis na página do imóvel pretendido ou no edital de licitação/leilão, divulgados no Portal de Venda de Imóveis da CAIXA.

Para mais informações Baixe aqui o Edital Completo ou outros assuntos, os interessados podem entrar em contato com a CAIXA através dos canais de atendimento disponíveis em seu site.

Este novo edital da CAIXA representa uma grande oportunidade para os corretores de imóveis do Brasil. Com a possibilidade de atuar diretamente na venda de imóveis retomados pela instituição, os profissionais da área têm a chance de aumentar seus rendimentos e contribuir para o desenvolvimento do mercado imobiliário do país.

Temos outra oportunidade para os corretores de imóveis

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3 de jul. de 2023

Lula anuncia Ferrovia Oeste-Leste, na BA, como primeira obra do novo PAC 2023

Trecho anunciado nesta segunda-feira (3) ligará Caetité, no sudoeste baiano, a Ilhéus – cidade na região sul da Bahia.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta segunda-feira (3), o início da primeira etapa das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). Este trecho ligará Caetité, no sudoeste baiano, a Ilhéus – cidade na região sul da Bahia, onde houve a cerimônia para começar a construção.
A obra é integrante do novo Plano Anual de Contratações (PAC). O primeiro trecho da FIOL terá 537 quilômetros de extensão e passará por 19 municípios. Mil e duzentos empregos deverão ser gerados. A construção será feita pela BAMIN, que arrematou a concessão da obra em leilão.
Lula anunciou primeiro trecho da FIOL, na Bahia, como obra que vai inaugurar o novo PAC — Foto: TV Santa Cruz
A empresa deu um prazo de conclusão desta etapa para 2027, mas o presidente Lula pediu celeridade para a entrega da obra, durante a cerimônia de início da construção.
"Eu quero fazer um pedido aos empresários: vocês têm que entregar a ferrovia antes do dia 31 de dezembro de 2026. Façam um pouco de hora extra, trabalhem no final de semana, se for necessário, para que a gente possa inaugurar logo. Senão, a gente corre o risco de uma outra 'coisa ruim' voltar nesse país, e ela [FIOL] ficar parada outra vez, então vamos tratar de inaugurar logo essa obra".


Lula inaugura obra e inicia o PAC2023

Funcionária da BAMIM, Sandra Argolo discursou durante o anúncio da FIOL. Emocionada, ela foi amparada pelo presidente Lula — Foto: Reprodução/TV Brasil
Uma das funcionárias da BAMIN, Sandra Argolo, foi convidada ao palco para falar sobre a importância do projeto da FIOL. Emocionada, ela foi amparada por Lula, que a acompanhou durante todo o discurso.
Sobre a FIOL
Ao todo, a FIOL terá três trechos, com 1.527 km de extensão. A ferrovia ligará o futuro Porto de Ilhéus à cidade tocantinense de Figueirópolis, fazendo a conexão com a Ferrovia Norte-Sul.
A ferrovia será um corredor para o escoamento de milhares de toneladas de minério da região sul da Bahia e de grãos da região oeste. A estimativa é de que, quando estiver em operação, a emissão de gases do efeito estufa seja reduzida em 86%.
O governo federal, junto com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), trabalha para a concessão dos outros dois trechos: a FIOL II, entre Caetité e Barreiras, com obras em andamento, e a FIOL III, de Barreiras a Figueirópolis, que aguarda licença de instalação.
O governador da Bahia e os ministros da Casa Civil, Rui Costa; do Integração e Desenvolvimento Regional do Brasil, Waldez Góes; dos Transportes, Renan Filho; dos Portos e Aeroportos, Márcio França; Minas e Energia, Alexandre Silveira; da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; e o Chefe da Secretaria-Geral, Marcio Macedo, também participaram da cerimônia.
Por g1 BA

15 de jun. de 2023

Com avanço do crédito imobiliário, presidente da Caixa Económica promete 140 mil moradias em 2023

 

Presidente apresentou resultados do banco para o 1º trimestre de 2023 — que mostrou avanço de 19,6% do crédito imobiliário em comparação com mesmo período do ano passado    

                           
                               Presidente da Caixa, Rita Serrano apresentou resultados 
                                        Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Danilo Moliterno da CNN


A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Rita Serrano, afirmou nesta sexta-feira (12), ao apresentar os resultados da instituição para o primeiro trimestre de 2023, que o Minha Casa, Minha Vida entregará 140 mil moradias neste ano.

“Quando a gente fala em moradia digna, a gente tem que focar aqui que o governo federal retoma o programa Minha Casa, Minha Vida, também abandonado nos últimos anos, e pretende só neste ano entregar 140 mil moradias, além das obras que estavam paralisadas”, disse.


Maria Rita Serrano falou com jornalistas para apresentar os números do trimestre, que foram divulgados na quinta-feira (11). Entre os destaques da divulgação esteve o crédito imobiliário, que acumulou R$ 41,4 bilhões no período — uma alta de 19,6% em comparação com o mesmo momento do ano passado.

A presidente apontou que o foco neste quesito acarreta, além de mais moradias, impactos positivos ao mercado de trabalho, visto a capacidade da construção civil em gerar empregos.

Em sua apresentação, Rita Serrano disse que a totalidade dos contratos em andamento gera 3,1 milhões de postos, entre empregos diretos e indiretos. Se considerados somente os assinados em 2023, o resultado é 324 mil.

O vice-presidente de Finanças e Controladoria do banco, Marcos Brasiliano, destacou que normalmente o primeiro trimestre do ano é “morno” para o crédito habitacional.
Segundo ele, contudo, a nova gestão diagnosticou necessidade de aquecer este mercado.

14 de jun. de 2023

Lula avalia alterar teto do imóvel do Minha Casa minha vida para atender a classe média

Lula e Janja (Foto: Ricardo Stuckert)

Para atender a classe média, governo Lula avalia elevar para R$ 500 mil teto de imóvel do Minha Casa, Minha Vida


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia ampliar o valor máximo do financiamento de imóveis do Minha Casa, Minha Vida de maneira a promover que a classe média tenha acesso ao programa habitacional.

Segundo a Folha de S. Paulo, “o governo avalia elevar o valor máximo da residência para atender ao pedido do mandatário para que famílias com renda mensal de R$ 10 mil ou R$ 12 mil também possam ter acesso ao programa habitacional. Atualmente, o limite de renda é de R$ 8 mil por mês”.

A reformulação do programa visando atender a classe média está sendo elaborada pelo Ministério das Cidades, comandado pelo ministro Jader Filho (MDB). Essa inclusão, porém, dependerá da capacidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de suportar o aumento da demanda por recursos a partir da inclusão de novas faixas de renda no âmbito do Minha Casa, Minha Vida.


>>> Senado aprova MP do Minha Casa, Minha Vida, que segue à sanção presidencial

“Em um cenário mais otimista, haveria dinheiro no fundo inclusive para elevar o teto do imóvel para valor próximo de R$ 600 mil. No entanto, isso pode impedir que o limite de renda do beneficiário seja expandido para o patamar anunciado por Lula —entre R$ 10 mil e R$ 12 mil”, destaca a reportagem.

O programa, relançado por Lula em fevereiro, após o desmonte promovido pelo governo Jair Bolsonaro (PL), possibilita a compra de imóveis usados com uso do FGTS. Para quem mora em áreas urbanas, é considerada a renda bruta familiar mensal entre R$ 2.640 e R$ 8 mil.

No momento, existe a expectativa de que o Conselho Curador do FGTS amplie o valor máximo do imóvel dentro do programa para R$ 350 mil, ante o teto atual de R$ 264 mil. A proposta para alcançar residências de até R$ 350 mil tem o objetivo de adequar o programa à faixa de renda mais alta em vigor desde fevereiro, que vai de R$ 4.400,01 até R$ 8 mil.


Para atender a classe média, governo Lula avalia elevar para R$ 500 mil teto de imóvel do Minha Casa,Minha Vida

Estudos sobre a ampliação do programa habitacional estão sendo feitos pelo Ministério das Cidades

Publicado no site Brasil247.

19 de mai. de 2023

TCU investiga doação eleitoral da Petrobrás no governo Bolsonaro

 

TCU investiga doação de R$ 300 milhões da Petrobrás em gás e cestas básicas para beneficiar Bolsonaro na eleição

TCU avalia que a doação viola a Lei das Eleições, já que gera “divulgação da empresa em ano eleitoral, tendo o potencial de impactar na igualdade de oportunidades entre candidatos"

Fachada da Petrobras e Bolsonaro
Fachada da Petrobras e Bolsonaro (Foto: Reuters)

247 - O Tribunal de Contas da União (TCU) está conduzindo uma investigação sobre irregularidades relacionadas a um programa social da Petrobrás no governo Bolsonaro (PL), que envolveu a alocação de R$ 300 milhões para a doação de botijões de gás de cozinha e cestas básicas a famílias em situação de vulnerabilidade em 2022, ano eleitoral. 

Uma auditoria realizada pelo TCU identificou diversas irregularidades, como a falta de abertura de licitação para “extrapolação dos limites de dispêndio financeiro em ações que geram a divulgação de imagem da estatal em ano eleitoral” e “execução orçamentária de doações iniciada em ano eleitoral”.

A informação é do blog da Andréia Sadi no portal g1. 


18 de abr. de 2023

PGR pede a prisão do ex-juiz e agora senador Sergio Moro

 

PGR pede prisão de Moro por dizer que Gilmar Mendes venderia sentenças

A vice-procuradora Lindôra Araújo pede que Moro seja condenado e que, se a pena for superior a quatro anos de prisão, ele perca o mandato de senador

17 de abril de 2023, 17:02 h Atualizado em 17 de abril de 2023, 17:59

www.brasil247.com - Gilmar Mendes e Sergio Moro

Gilmar Mendes e Sergio Moro (Foto: Reprodução | ABR)

247 - A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) por calúnia contra o ministro da Corte Gilmar Mendes, informa a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. 

Na última sexta-feira (14), viralizou nas redes sociais um vídeo em que o ex-juiz suspeito aparece dizendo a interlocutores sobre "comprar um habeas corpus de Gilmar Mendes". Segundo Moro, a frase foi tirada de contexto. 

A vice-procuradora Lindôra Araújo pede que Moro seja condenado e que, se a pena for superior a quatro anos de prisão, ele perca o mandato de senador.  

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Moro cometeu o crime de calúnia contra o ministro do STF ao sugerir que o magistrado pratica corrupção passiva, argumenta a PGR. Moro estava ciente da gravidade do que estava dizendo e o fez em público, na frente de muitas pessoas, e sabendo que estava sendo filmado, diz ainda o órgão. O senador também atuou com o objetivo claro de depreciar e descredibilizar a atuação de Gilmar Mendes no STF. 

A PGR pede ainda que Moro seja notificado a apresentar uma resposta em um prazo de 15 dias, e que o STF instaure ação penal sobre o caso.

17 de abr. de 2023

Valeria Valenssa ex - globo traiu o marido Hans Donner agora é evangélica e separada

 Valéria Valenssa, a 1ª Globeleza da história, virou evangélica após traição ao marido

Valéria Valenssa foi casada com Hans Donner por 27 anos e agora, é produtora de conteúdo na internet.

 Foto: Reprodução/ TV FocoValéria Valenssa foi casada com Hans Donner por 27 anos e agora, é produtora de conteúdo na internet.

Por Sandy Cunha

Após se tornar a 1ª Globeleza da emissora dos Marinhos, Valéria Valenssa vive uma vida diferente, além de ter se tornado evangélica.


Há muito tempo, os brasileiros estão acostumados a assistirem a famosa vinheta do Carnaval da Globo, com as Globelezas sambando nas telinhas do país e levando alegria e alto-astral para o início da festividade. Apesar das controvérsias sobre a objetificação do corpo da mulher, a vinheta virou tradição, e Valéria Valenssa, a primeira Globeleza da emissora, entrou para a história da Globo, ficando famosa rapidamente.

Ao ser a musa do Carnaval, Valéria chamou a atenção do designer da Globo, Hans Donner, o responsável pela criação do logotipo da empresa, e eles acabaram se casando. Hoje, além de ter traído e se separado de Donner, segundo o colunista Léo Dias, do Metrópoles, Valéria Valenssa vive uma vida completamente diferente: virou evangélica, além de seguir diversas profissões, como palestrante, empresária, repórter e youtuber, além de também alimentar suas redes sociais com conteúdos de moda e beleza.

Valéria Valenssa e Hans Donner foram casados por 27 anos, e tiveram dois filhos, João Henrique, de 19 anos, e João Gabriel, de 18. Entretanto, o relacionamento não foi para frente e eles se separaram em 2019. Segundo as informações do Metrópoles, a Globeleza teria traído o marido com um empresário 18 anos mais novo que Donner, que tinha 70 anos na época. Os amantes ainda teriam feito uma viagem ao Caribe pouco tempo antes do término dela com o designer vir à tona.

Segundo informações da Caras, a equipe da Globo demorou um certo tempo para encontrar uma mulher que pudesse ser a primeira Globeleza da emissora. Na época, em entrevista ao UOL, Hans Donner contou que conheceu Valéria vendendo roupas infantis em uma loja em Madureira, zona norte do Rio de Janeiro, e ficou tão impressionado com a musa, que a convidou para este papel tão importante, se casando com ela tempos depois.


Na época de sua estreia, Valéria Valenssa chocou ao aparecer coberta apenas por pinturas corporais coloridas e cheias de glitter, mas, logo depois, virou o símbolo inicial da Globeleza no país. De acordo com uma entrevista da musa ao Universa, do UOL, a musa esteve na vinheta de Carnaval até mesmo quando teve os dois filhos: na primeira, a barriga dela ainda não aparecia, já na segunda, teve o corpo todo digitalizado para aparecer na televisão.

Orgulhosa da carreira, 15 anos depois de sua estreia, em 2005, Valéria foi surpreendida ao ser demitida da Globo, enquanto planejava fazer mais dois carnavais antes de se aposentar. Segundo a ex-modelo, foi muito difícil trabalhar tantos anos em uma empresa, com contrato de exclusividade, e ser demitida de repente. Por conta disso, Valéria acabou sofrendo de depressão profunda por seis meses seguidos.

Ainda segundo Valéria Valenssa, na época, sabia que o emprego na emissora não era para sempre, pois, como era um trabalho voltado para o corpo, em determinada idade teria que finalizar sua carreira ali. Apesar de se sentir realizada como mãe, no momento em que foi demitida, não estava preparada e sentiu uma grande perda, especialmente por ter dois bebês. Sabendo que eles dependiam dela, a ex-modelo passou a viver no quarto deles, sem sair de casa, só superando o rompimento de contrato meses depois.


Atualmente, neste ano que se completa 30 anos da estreia da primeira Globeleza na televisão, Valéria Valenssa se dedica tanto aos filhos, quanto ao seu canal no Youtube, onde fala de autoestima, sua trajetória na Globo, além de receber convidados também. Nas redes sociais, ela também faz sucesso, acumulando mais de 160 mil seguidores no Instagram, e investindo em publicidades.


#GLOBELEZA#HANS DONNER#TRAIÇÃO#TV GLOBO#VALÉRIA VALENSSA

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22 de mar. de 2023

A queda de braço de Lula e o banco central sobre os altos juros

Irritação de Lula com BC não passa e, nos bastidores, cita Campos Neto como "aquele rapaz"

Lula também não processou bem a resistência do mercado a suas falas sobre juros e acha que merecia mais crédito daqueles que nunca ganharam tanto dinheiro quanto nos seus governos

www.brasil247.com - Banco Central, Roberto Campos Neto e Lula
Banco Central, Roberto Campos Neto e Lula (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil | Geraldo Magela/Agência Senado | REUTERS/Ricardo Moraes)
Sputnik - Quem esteve com Lula nos últimos dias afirma que o tom em relação ao BC e à Faria Lima continua o mesmo, o que não é um bom sinal, considerando que nesta semana tem reunião do Comitê de Política Monetária e a expectativa geral é de que não haja mudanças na taxa de juros.

Durante entrevista a um canal na época, Lula se referiu ao chefe do BC como "aquele cidadão": "Quero saber do que serviu a independência do Banco Central. Eu vou esperar esse cidadão [Campos Neto] terminar o mandato dele para fazermos uma avaliação do que significou o Banco Central independente", disse Lula. Agora, o mandatário não estaria mais chamando Campos de "aquele cidadão", mas segundo a coluna de Malu Gaspar em O Globo, teria mudado para "aquele rapaz".É usando esse termo que Lula teria falado sobre ele no jantar com o presidente da Câmara, Arthur Lira, há dez dias, relata a mídia.O jornal ainda afirma que quem estava lá e presenciou a conversa entre Lula e Lira, em uma mesa cheia de ministros, constatou que o presidente continua bastante incomodado com a gestão do BC. E não só com Campos Neto, mas também com a Faria Lima, a famosa rua do mercado financeiro de São Paulo.

>>> Luiza Trajano apoia Lula no embate contra o BC: "juros altos atrapalham"

Lula não teria processado bem a resistência do mercado a suas declarações sobre política econômica e juros. Acha que merecia mais crédito daqueles que, em suas palavras, nunca ganharam tanto dinheiro quanto nos seus dois primeiros governos.

O presidente da República também reage mal quando se tenta defender Campos Neto, como fez Lira. O líder da Câmara repetiu no jantar o que já tinha falado em público, na Associação Comercial de São Paulo: que os ataques de Lula ao BC atrapalham o ambiente econômico e atrasam a queda dos juros.

A jornalista relata que, depois da fala de Lira, o petista, que até o momento estava cordial e relaxado, fechou a cara. E apesar de alguns dos ministros que estavam à mesa estarem em paz com Campos Neto, como Fernando Haddad e Alexandre Padilha, nenhum defendeu o presidente do BC.

Publicado no site Brasil247

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20 de mar. de 2023

Trabalhadores escravizados no Brasil de |Lula todo apoio a fiscalização

 

Exclusivo: quem são os bolsonaristas que expunham menores escravizados no RS a veneno cancerígeno

 Atualizado em 20 de março de 2023 às 10:52
Werner Arns Filho, um dos donos do Grupo Arns, produtor de arroz em Uruguaiana (RS) (crédito: reprodução)

Com três palavras é possível resumir os Arns de Uruguaiana, cidade gaúcha a 649 quilômetros de Porto Alegre, na fronteira com o Uruguai e com a Argentina: família de bem.

São mais de 40 anos e três gerações dedicando-se ao desenvolvimento do Rio Grande e do Brasil, figurando nas páginas e colunas sociais de Uruguaiana e região, cultivando arroz e criando gado bovino em fazendas espalhadas por todo sul do estado.

De fato, o nome Arns é sinônimo de liderança no agronegócio local, não apenas produzindo arroz e carne, mas também na área de pesquisa e tecnologia agro. Além das fazendas, a família é dona das empresas Avantisul Agronegócios Ltda, Avant Arns Agronegócios Ltda., Vitasul Ltda, Agrovita Agronegócios Ltda, Condomínio Agropecuário Walter e Werner Arns Ltda e, finalmente, Guará Agricultura e Pecuária Ltda.

Até o ano passado, os irmãos Werner e Walter Arns eram a geração no comando dos negócios do clã. No dia 17 de agosto de 2022, porém, morreu Walter Arns, aos 66 anos. Assim foi noticiada sua morte no site “Planeta Arroz”, destacando não apenas sua atuação como empresário, mas também seus feitos como liderança do setor:

O mundo arrozeiro foi surpreendido na noite desta quarta-feira, dia 17 de agosto, com a notícia do falecimento, aos 66 anos, do geólogo, produtor e líder setorial Walter Arns. Ele era proprietário da Granja Guará, em Uruguaiana, e presidiu a Associação de Arrozeiros do município (AAU) por quatro mandatos e o Sindicato Rural de Ururuguaiana, além ter sido conselheiro do Irga (Instituto Riograndense do Arroz) em vários.

Publicado por: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/exclusivo-quem-sao-os-bolsonaristas-que-expunham-menores-escravizados-no-rs-a-veneno-cancerigeno/