2 de out. de 2017

Caixa Econômica altera o sistema de financiamento de imóveis usados

Veja O Que Mudou No Financiamento De Imóveis Da Caixa

A Caixa reduziu o teto para financiamento de imóveis usados de 70% para 50% em qualquer linha. A nova regra vale para novos pedidos de financiamentos feitos ao banco a partir de 25 de setembro de 2017.
É a segunda vez no ano que o banco restringe a tomada de crédito para imóveis usados. A primeira havia sido em agosto, quando a Caixa diminuiu o teto para financiamento de 80% para 70%. Agora, a restrição foi ainda mais intensa e deve causar um grande impacto no mercado, já que o banco concede, sozinho, 68% do crédito imobiliário no país.
O novo teto vale para financiamentos feitos pelo sistema SAC, o mais usado no banco e no qual as parcelas do financiamento são decrescentes ao longo do tempo. No sistema Price, que tem parcelas iguais, o teto de financiamento ficou ainda menor: caiu de 60% para 50%.
No caso de compra de imóveis novos, o banco não realizou mudanças. Em todas as linhas, o teto de 80% para financiamento de imóveis novos continua valendo, caso a opção seja pelo sistema SAC. Pela Tabela Price, o teto de 70% para financiamento de imóveis novos também foi mantido.

Imóveis Usados – SAC

FinanciamentoSACR$ 300 milR$ 500 milR$ 800 mil
Antes70%R$ 90 milR$ 150 milR$ 240 mil
Agora50%R$ 150 milR$ 250 milR$ 400 mil
Diferença+R$ 60 mil+ R$ 100 mil+R$ 160 mil

Imóveis Usados – Price

FinanciamentoPriceR$ 300 milR$ 500 milR$ 800 mil
Antes60%R$ 120 milR$200 milR$ 320 mil
Agora50%R$ 150 milR$ 250 milR$ 400 mil
Diferença+ R$ 30 mil+ R$ 50 mil+ R$ 80 mil
São enquadrados no SFH (Sistema Financeiro da Habitação) financiamentos de imóveis de até 950 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e de até 800 mil reais nos outros estados.
Já o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) engloba financiamentos de imóveis de mais de 750 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e de mais de 650 mil reais nos outros estados.
Já a linha Pró-Cotista financia imóveis novos de até 1,5 milhão de reais em todo o país, imóveis usados de até 950 mil reais em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e imóveis usados de até 800 mil reais nos demais estados até o final do ano. Contudo, essa linha está suspensa pela Caixa até o ano que vem.
O programa Minha Casa Minha Vida financia imóveis de até 240 mil reais em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, para famílias com renda de até 6,5 mil reais mensais.
Conforme simulações feitas pelo especialista Marcelo Prata, fundador do site Canal do Crédito e Resale.com.br, se o mutuário deseja comprar um imóvel de 500 mil reais podia financiar antes da mudança 350 mil reais pelo sistema SAC e, agora, esse valor caiu para 250 mil reais. Ou seja, a diferença do montante que terá de desembolsar como entrada para a compra do imóvel será de mais 100 mil reais.
Como o valor do financiamento diminui nestes casos, o tomador vai pagar menos no final da operação do que se financiasse um percentual maior, já que as taxas de juros cobradas em cada linha continuam as mesmas. Por outro lado, a barreira para quem não tem muito dinheiro para dar como entrada ficou bem maior.
Fonte: Exame

23 de ago. de 2017

A primeira colonia europeia nas Américas é de 500 anos antes de Colombo e era Viking

Home · Geografia · O local da primeira colônia europeia nas Américas, estabelecida 500 anos antes da chegada de Colombo

23/Agosto/2017



                            


Allan Lynch – L’Anse Aux Meadows ficou desaparecida até 1960, quando foi descoberta por casal de arqueólogos noruegueses

Enquanto guiava pela autoestrada TransCanada Highway, fui parado por um alce.

Estava na região norte de Newfoundland, no Canadá, em um trecho conhecido como Trilha Viking e que leva a L’Anse Aux Meadows, o único assentamento nórdico da América do Norte.

É lá que um momento significativo na história da migração humana aconteceu.

No ano 1000, quase meio milênio antes de Cristóvão Colombo iniciar sua famosa viagem, um barco viking, capitaneado por Leif Erikson, levou 90 homens e mulheres da Islândia em busca de um novo lar. Foi o primeiro assentamento europeu no que chamamos de Novo Mundo.

Erikson e seus acompanhantes chegaram na vazante da maré e ficaram presos nas águas rasas da baía de Epaves. Quando a maré subiu, seguiram viagem até L’Anse Aux Meadows.

Em tempos modernos, pode parecer um local inóspito, alvo de fortes ventos vindos do mar. Mas, para quem tinha cruzado o Atlântico Norte em um barco aberto, era o paraíso: florestas cheias de caça, rios com salmões maiores do que os nórdicos já tinham visto, pradarias propícias para a pecuária. Em alguns trechos, uvas selvagens cresciam – o que originou o nome que os vikings deram à região, Vinland (terra das vinhas).

O assentamento, porém, não durou muito. Menos de uma década depois, os imigrantes abandonaram o local, após seguidos enfrentamentos com as tribos nativas. Vinland caiu no esquecimento.
                       

Vikings chegaram à América no ano 1000, quase meio milênio antes de Colombo

Por mais de cem anos, arquéologos de vários países procuraram o local do assentamento perdido de Erikson, mas foi apenas em 1960 que o assentamento enfim foi descoberto: um casal de arqueólogos noruegueses, Helge e Anne Stine Ingstad, ouviu de habitantes de L’Anse Aux Meadows histórias sobre um sítio arqueológico indígena.

As primeiras escavações revelaram vestígios de construções similares às de assentamentos vikings na Islândia e na Groenlândia. E a descoberta de um prego datado de quase mil anos atrás indicou que barcos tinham sido construídos no local.

“Quando éramos crianças, brincávamos ali”, conta Clayton Colbourne, um ex-guia da região. “Não sabíamos coisa alguma sobre os vikings terem estado por aqui.”

Na entrada do sítio arqueológico, um caminho estreito corta uma paisagem que mudou muito pouco desde o tempo de Erikson. O caminho leva aos vestígios das três cabanas originais e cinco ateliês do assentamento. A agência turística governamental Parks Canada recriou num local próximo modelos de alojamento e de ateliês. Neles, guias e animadores vestidos como vikings explicam como viviam os habitantes.

Foi em uma dessas cabanas que nasceu Snorri, o primeiro bebê europeu dado à luz no Novo Mundo, e que se tornaria um dos principais evangelizadores do que hoje é a Islândia.

Em 1978, L’Anse Aux Meadows foi um dos primeiros pontos de interesse cultural do mundo a receber o título de Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco (braço da ONU para educação e cultura).

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/07/29/o-local-da-primeira-colonia-europeia-nas-americas-estabelecida-500-anos-antes-da-chegada-de-colombo.htm

Publicação do Blog Controvérsias

22 de ago. de 2017

Sucesso de vendas no setor imobiliario fica em São Paulo Pirituba com a construtora MRV

Construtora MRV Já Vendeu 60% Do Total De Unidades Lançadas Do Megaprojeto De R$ 1,5 Bilhão

Por

Mercado Imobiliário


21 de agosto de 2017
                                Resultado de imagem para construtora mrv
Lançado em março em Pirituba, empreendimento é o maior da história da construtora com possui 6.912 unidades, sendo 100 por cento elegíveis ao Minha Casa Minha Vida.
Imóveis destinados à população de baixa e média renda, enquadrados nas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), tem puxado o crescimento do mercado imobiliário em todo o país. Em São, Paulo, a MRV Engenharia, líder no País na construção de moradias econômicas, conseguiu uma façanha: em apenas 4 meses vendeu 1161 imóveis de um megaempreendimento – o maior de sua história no País – o Grand Reserva Paulista que está sendo construído no bairro de Pirituba e terá 6912 unidades. Neste mesmo terreno está sendo erguido o Spazio San Valentin, com 384 unidades, totalizando um complexo com 7296 apartamentos. A maior parte das unidades são elegíveis ao programa federal Minha Casa, Minha Vida que oferece benefícios para a aquisição da casa própria. A MRV atende famílias inscritas nas faixas 2 e 3 do Programa que ganham entre 3 e dez salários mínimos.

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A comercialização dos cinco primeiros condomínios do Grand Reserva Paulista — de um total de 24 que serão construídos totalizando 48 torres — somada às vendas do Spazio San Valentin, lançado no final do ano passado — surpreendeu pela velocidade nas vendas. De março a junho foram comercializadas 63% das 1824 unidades colocadas à venda. A maior parte dos imóveis têm dois dormitórios e estão sendo negociados entre R$ 225 mil e R$ 240 mil, teto do valor dos imóveis em São Paulo dentro do programa federal. Foram comercializados 1161 imóveis neste período.
“Temos vendido um condomínio por mês”, comemora o presidente da MRV, Eduardo Fischer. “A velocidade de vendas deste complexo tem sido uma das melhores da história da MRV”, reforça ele. Segundo o presidente, a expectativa de desempenho é alta. “Estamos avaliando que o resultado de vendas irá ultrapassar as nossas estimativas preliminares”, diz ele. O valor geral de vendas (VGV) — soma do valor potencial de venda de todas as unidades deste empreendimento — é estimado em R$ 1,6 bilhão.
De acordo com Fisher o sucesso de vendas deve-se também à carência de oferta de habitação popular em São Paulo o que pressiona a procura por imóveis nesta categoria. “O preço dos terrenos em São Paulo é alto e conseguimos viabilizar este projeto a um custo baixo porque já tínhamos adquirido uma área grande na cidade que garantiu escala ao empreendimento”, explica ele.
Além disso, o Grand Reserva Paulista tem características de bairro planejado. Será totalmente aberto e comportará imóveis residenciais e comerciais, além de oferecer duas praças internas, ciclovia, captação de energia solar para áreas comuns e rede elétrica subterrânea. Oferecerá ainda outras benfeitorias para a população do entorno como uma creche para 200 crianças e uma base para a Polícia Militar. “Trata-se de um projeto de moradia diferenciado que estimula o morador ter qualidade de vida”, destaca Fischer.
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20 de ago. de 2017

Construtora MRV obtem licenciamento ambiental para lançar 7,5 mil apartamentos em São Paulo


Construtora MRV Obtém Licença Para Lançar Megaprojeto De R$ 1,5 Bilhão



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Uma das incorporadoras com maior atuação no Minha Casa Minha Vida, empresa conseguiu licenciamento ambiental para empreendimento de 7,5 mil apartamentos em São Paulo.


A MRV Engenharia, uma das incorporadoras com maior atuação no Minha Casa Minha Vida, recebeu a licença ambiental para o desenvolvimento do maior projeto imobiliário da história da companhia. O empreendimento, batizado de Gran Reserva Paulista, terá 48 edifícios de 18 pavimentos, totalizando aproximadamente 7,5 mil apartamentos em Pirituba, na zona norte de São Paulo. O valor geral de vendas (VGV, soma do valor potencial de venda de todas as unidades) é estimado em R$ 1,5 bilhão, o que corresponde a 70% do VGV lançado pela empresa no primeiro semestre deste ano.


O projeto aguarda a liberação do alvará de construção, que deve ser emitido pela prefeitura nos próximos 30 a 60 dias, segundo expectativa do copresidente da MRV, Eduardo Fischer, que espera lançar o projeto ainda neste ano. “Se conseguirmos lançar neste quarto trimestre, será perto do fim do ano. O impacto do projeto será grande nas vendas do primeiro trimestre de 2017”, afirmou, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.


A empresa vai na contramão do setor. No segundo trimestre, enquanto as dez maiores incorporadoras listadas na Bolsa tiveram juntas uma queda de quase 35% na receita líquida e registraram um prejuízo líquido consolidado de R$ 753,3 milhões, a companhia teve lucro de R$ 137,7 milhões, o maior do setor. A fórmula da MRV está na produção de imóveis populares financiados principalmente com recursos do Fundo Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Já as companhias que atuam no médio e alto padrão usam outras fontes de financiamento que ficaram mais escassas e caras em meio à crise.

                                

            Construtora MRV obtém licença para lançar megaprojeto de R$ 1,5 bilhão

As unidades do Gran Reserva Paulista estarão enquadradas nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 3,6 mil e R$ 6,5 mil, respectivamente. Nessas faixas do programa habitacional, os compradores contam justamente com recursos do FGTS e do Fundo Garantidor da Habitação Popular. Como não são dependentes de subsídios do Tesouro Nacional, essas faixas têm mostrado boa performance de comercialização, de acordo com o executivo.


Fischer disse que não há prazo estabelecido para lançar todas as unidades do empreendimento, pois essa decisão dependerá dos níveis de demanda do mercado. Mas ressaltou que o segmento de imóveis destinados à população de renda baixa e média-baixa permanece com níveis saudáveis de vendas, beneficiados pela manutenção da oferta de crédito no setor.


“Nossa expectativa de desempenho é alta. Se o resultado for bom, poderemos vender uns 40% do VGV no ano (de 2017)”, afirmou, ponderando que o montante é uma estimativa, e não uma meta formal.


A MRV está presente em 142 cidades e busca expandir suas operações nas municípios de médio e grande porte onde já atua, sem a necessidade de migrar para outras praças e arcar com novas despesas logísticas. O Grand Reserva Paulista fica a 500 metros do Shopping Tietê Plaza, próximo à Marginal Tietê. O terreno tem 180 mil metros quadrados e foi adquirido em 2009, por R$ 95 milhões, do Santander. Nessa área estavam situados alguns edifícios construídos no passado para abrigar o setor administrativo do antigo Banespa. Essas estruturas estavam desocupadas e, atualmente, passam por demolição para dar espaço ao novo bairro.


Escala. Na avaliação de um analista do setor, o grande diferencial do projeto da MRV é estar dentro da cidade de São Paulo. “Há muita dificuldade das empresas de viabilizar projetos na cidade com um custo baixo por unidade, que se enquadra no projeto Minha Casa Minha Vida.” Segundo ele, isso só foi possível porque a incorporadora mineira conseguiu um terreno grande, que garante escala ao empreendimento. “A expectativa é de que haja uma demanda enorme, porque não existe nada parecido na cidade.”


O projeto também envolverá a construção de praça pública, creche e um batalhão da Polícia Militar, além de ciclovia, abertura de ruas e o alargamento da Av. Raimundo Pereira Magalhães. Essas obras complementares são contrapartidas estabelecidas pela Prefeitura.
Por
Mercado Imobiliário
15 de agosto de 2017 
Fonte: Estadão

19 de ago. de 2017

Carta de um pai ao filho neonazista sobre a manifestação em Charlottesville nos EUA


“Meu filho não é mais bem vindo em casa”: a lição da carta pungente do pai de um neonazista. Por Kiko Nogueira

 
             
                  Peter Tefft, ao centro, em Charlottesville com os colegas neonazistas

Em uma carta aberta publicada no site Inforum.com, Pearce Tefft, pai de Peter Tefft, que foi identificado como neonazista na marcha de 11 de agosto em Charlottesville, falou de seu drama.

Pearce se refere ao rapaz como seu “filho pródigo” e diz que ele não é mais bem vindo nas reuniões de família. O post viralizou.

“Rezo para que ele renuncie a suas crenças odiosas e volte para casa”, diz o pai.

“Foi o silêncio das boas pessoas que permitiu que os nazistas crescessem da primeira vez, e é o silêncio das boas pessoas que está permitindo que cresçam agora”.

Você romperia com seu filho? Você tentaria salvá-lo? A culpa por um monstro criado em casa é de quem?

Meu nome é Pearce Tefft, e escrevo a todos a respeito do meu filho mais novo, Peter Tefft, um nacionalista branco asumido que tem aparecido em diversas reportagens nos últimos meses.

Na noite de sexta-feira, meu filho viajou para Charlottesville e foi entrevistado por uma equipe de jornalistas enquanto marchava ao lado de outros nacionalistas brancos, que acabaram matando uma pessoa.
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Eu, juntamente com todos os seus irmãos e sua família, desejo repudiar veementemente a retórica e as ações torpes, odiosas e racistas de meu filho. Não sabemos exatamente onde ele aprendeu essas crenças. Não foi em casa.

Tenho dividido minha casa e meu coração com amigos e conhecidos de todas as raças, gêneros e credos. Ensinei às minhas crianças que todos os homens e mulheres são iguais. Que temos de amar a todos igualmente.

Evidentemente, Peter decidiu desaprender tais lições, para desgosto e sofrimento meu e de sua família. Estávamos em silêncio até agora, mas agora vemos que isso foi um erro.

Foi o silêncio das boas pessoas que permitiu que os nazistas crescessem da primeira vez, e é o silêncio das boas pessoas que está permitindo que cresçam agora.

Peter Tefft, meu filho, não é mais bem-vindo em nossas reuniões familiares. Eu rezo para que meu filho pródigo renuncie a suas crenças odiosas e volte para casa. Só então faremos uma festa.

Suas opiniões odiosas estão resultando em ataques a seus irmãos, primos, sobrinhos e sobrinhas, assim como seus pais. Por que deveríamos ser culpados por associação? Novamente, nenhuma de suas crenças foram ensinadas em casa. Nós não aceitamos e jamais aceitaremos sua deturpada visão de mundo.

Ele certa vez disse, em tom jocoso: “Não é que nós, fascistas, não acreditemos em liberdade de expressão. Você pode dizer o que quiser. Nós apenas vamos te jogar em um forno”.

Peter, você vai ter que atirar nossos corpos no forno também. Por favor, filho, renuncie ao ódio, aceite e ame a todos.

Publicado no DiariodoCentrodoMundo

18 de ago. de 2017

Aprovada medida provisoria do presidente Michel Temer em que o comprador caso perca imóvel tem que continuar pagando


MP de Temer permite que comprador perca o imóvel e continue pagando

QUI, 17/08/2017 - 19:24

Foto: Divulgação

                       

Jornal GGN - Os aliados de Michel Temer no Congresso aprovaram nesta quinta (17) uma MP (Medida Provisória) que permite que o trabalhador incapaz de arcar com os custos de um imóvel financiado seja obrigado a devolver o bem e ainda continuar pagando as parcelas, caso o banco considere que a dívida ficou maior que o valor da propriedade.
"Trata-se de um retrocesso monumental. Pelo ordenamento jurídico atual, o imóvel comprado garante, em caso de inadimplência, a quitação da dívida decorrente de sua aquisição. Mas a MP 775 aprovada na Câmara define que essa garantia pode não ser mais suficiente, e caso o valor apurado na sua venda após a retomada seja menor que o montante total da dívida, o tomador continuará obrigado a pagar o saldo devedor."


A bancada do PT emitiu uma nota à imprensa repudiando a aprovação da MP.

Abaixo, a nota completa.

A Bancada do PT na Câmara lamenta profundamente a aprovação, na
terça-feira, 15, de dispositivos incorporados no Projeto de Lei de
Conversão da Medida Provisória 775/2017 que ferem diretamente os
interesses de todas as pessoas que tenham imóvel alienado como garantia
de financiamento. A medida foi aprovada com o apoio da bancada de apoio
ao governo Michel Temer, apesar da reação contrária do Partido dos
Trabalhadores e de outros partidos de oposição.

Originalmente, a MP tinha o objetivo contribuir para reduzir os riscos
de fraude, ampliar o grau de segurança jurídica das transações
contratadas no mercado financeiro e, em última instância, propiciar
condições para a ampliação e diminuição do custo do crédito,
sobretudo para as pequenas e micro empresas. Contudo, a base governista
de apoio Temer não resistiu, mais uma vez, em repetir sua prática
cotidiana: atacar os direitos dos trabalhadores.

Trata-se de um retrocesso monumental. Pelo ordenamento jurídico atual,
o imóvel comprado garante, em caso de inadimplência, a quitação da
dívida decorrente de sua aquisição. Mas a MP 775 aprovada na Câmara
define que essa garantia pode não ser mais suficiente, e caso o valor
apurado na sua venda após a retomada seja menor que o montante total da
dívida, o tomador continuará obrigado a pagar o saldo devedor.

Esse dispositivo tem implicação direta nas operações de
financiamento no âmbito do sistema financeiro habitacional, em que o
imóvel é usado como garantia. Em contexto de crise econômica em que,
por um lado, o desemprego aumenta a inadimplência e, por outro, o
preço dos imóveis tendem a diminuir em termos reais, existe a
tendência de haver um descasamento entre os saldos devedores e o valor
dos imóveis passíveis de serem objeto de execução pelos bancos.

Em resumo, a base governista optou por privilegiar os bancos, cujos
lucros astronômicos são os maiores do planeta, em detrimento do povo
brasileiro. É a lógica que move o atual governo: retirar direitos dos
trabalhadores e beneficiar o sistema financeiro e camadas privilegiadas
da sociedade.

Nós, da Bancada do PT, repudiamos a incorporação, na MP, de medida
cujo objetivo é claríssimo: penalizar a classe trabalhadora,
transferindo renda do trabalho para o sistema financeiro. Como o tema
era estranho ao texto original, vamos denunciar a aprovação e lutar
com os movimentos de moradia para exigir o veto da medida.

Brasília, 17 de agosto de 2017

CARLOS ZARATTINI (PT-SP), LÍDER DO PARTIDO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS​

Publicado no jornal GGN do jornalista Luis Nassif

8 de ago. de 2017

Oportunidade de negócios na região da Paulista em SP imóvel comercial com 3 salas no 12º andar tem dois elevadores fica na brigadeiro Luis Antonio próximo ao supermercado Extra e estação do metro

 Sala comercial no Bela Vista proximo a Paulista
Excelente conjunto comercial a Venda

com 03 salas, 01 banheiro. Imóvel em bom estado de conservação, no 11º andar de fundos e bem silencioso em prédio com 12 andares, 08 conjuntos x andar, 02 elevadores, sem vaga de garagem, portaria 24:00 hs com sistema de identificação de usuários, em ótima localização, fica a 180 metros da Paulista facilidade de transporte na porta.
Informações chama no Whatsapp 11 944225383

19 de jun. de 2017

A Venda de imóveis despenca no Brasil voltando aos niveis de 2004

                    VENDA DE IMÓVEIS VOLTOU AOS NÍVEIS DE 2004 
                  

A crise econômica do golpe no Brasil derrubou a venda de imóveis; embora tenha havido uma ligeira alta em abril, a comercialização de imóveis novos na cidade de São Paulo subiu 2,5% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2016, segundo o Secovi-SP (sindicato do setor); no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, porém, houve queda de 4,3%. O resultado é o pior desde 2004

247 - A vendas de imóveis teve uma ligeira alta em abril, mas desempenho em 2017 ainda é negativo

.A comercialização de imóveis novos na cidade de São Paulo subiu 2,5% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2016, segundo o Secovi-SP (sindicato do setor).

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, porém, houve queda de 4,3%. O resultado é o pior desde 2004.

As empresas imobiliárias ainda consideram que haverá crescimento real em 2017, segundo Celso Petrucci, economista-chefe da entidade.

"Pelo nosso acompanhamento, temos certeza que, com os resultados de maio, já vamos ultrapassar [o ano anterior no total de vendas]."

A projeção de crescimento da entidade para este ano é de 5% a 10%, tanto em vendas como em lançamentos.

Publicado no Brasil247

15 de mai. de 2017

FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO RECUA 10 ANOS COM TEMER

 Como resultado do golpe parlamentar dado contra a presidente Dilma Roussef

            
Sob o governo de Michel Temer, o brasileiro tem mais dificuldade para conseguir crédito para a casa própria; o percentual do valor do imóvel financiado pelos bancos atingiu o menor nível em dez anos; indicador LTV (Loan-to-value, em inglês), que mede a fatia do valor do imóvel que, em média, foi financiada por bancos, recuou para 58,2% em março -menor nível desde 2007, quando a parcela era de 56,4%. Em seu ápice, em 2014, o índice atingiu 65,4%

247 - No aniversário de um ano do golpe que levou Michel Temer ao poder, o crédito para compra de imóveis atingiu o menor valor em dez anos.

O indicador LTV (Loan-to-value, em inglês), que mede a fatia do valor do imóvel que, em média, foi financiada por bancos, recuou para 58,2% em março -menor nível desde 2007, quando a parcela era de 56,4%. Em seu ápice, em 2014, o índice atingiu 65,4%

Isso significa que, em março, um imóvel avaliado em R$ 100 mil teria R$ 58,2 mil financiados por bancos.

As informações são de reportagem de Danielle Brandt na Folha de S.Paulo.

"Os dados, da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), consideram os empréstimos concedidos com recursos da poupança.

Essa fatia média financiada está bem abaixo do limite anunciado pelas instituições financeiras, que chega a 90% nos bancos públicos. E também é inferior à faixa considerada saudável pelo mercado, que é de 70% a 80%, afirma Alberto Ajzental, professor da escola de economia de São Paulo da FGV (Fundação Getulio Vargas)."

Publicado no Brasil247

6 de mar. de 2017

No Brasil com desemprego recorde e inadimplência alta bancos acumulam bilhões em imóveis retomados

     BANCOS TÊM R$ 10 BILHÕES EM IMÓVEIS RETOMADOS

Com o desemprego recorde —assim com a quantidade de clientes inadimplentes — da gestão de Michel Temer, os cinco maiores bancos do país, juntos, têm quase R$ 10 bilhões em imóveis; O estoque desses ativos que foi parar nas mãos dos bancos mais que dobrou em dois anos e chegou a quase R$ 10 bilhões. Para comparação, a Cyrela, maior empresa do setor, possuía R$ 6,4 bilhões em imóveis em estoque em setembro de 2016


247 - Com os imóveis retomados de clientes inadimplentes, os cinco maiores bancos do país - Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Santander -, juntos, disputariam o posto de maior incorporadora brasileira. O estoque desses ativos que foi parar nas mãos dos bancos mais que dobrou em dois anos e chegou a quase R$ 10 bilhões. Para comparação, a Cyrela, maior empresa do setor, possuía R$ 6,4 bilhões em imóveis em estoque em setembro de 2016.

As informações são de reportagem do Valor.

"Além de retomar imóveis e veículos em alienação fiduciária, os bancos também estão se tornando acionistas de empresas cujos sócios deram ações em garantias e não quitaram os empréstimos. BTG Pactual (33,7%) e Itaú Unibanco (7,8%), por exemplo, tornaram-se parceiros da MPX, geradora de energia do império falido de Eike Batista.

O estoque de bens retomados pelos bancos é composto em sua maioria por imóveis, mas também inclui itens como veículos, máquinas e equipamentos. Apesar de representarem uma oportunidade de recuperar parte das perdas com calotes, esses bens, na proporção que atingiram, trazem desafios nada triviais. Para instituições que têm como objetivo abrir contas correntes e emprestar dinheiro, administrar um portfólio dessa dimensão, com características tão diversas, tem sido tarefa bastante complexa. Dona da maior carteira de financiamentos para a compra da casa própria, a Caixa detém o maior estoque de ativos retomados, com 24 mil imóveis disponíveis para revenda.

Fazendas, mansões à beira-mar em Angra dos Reis (RJ), prédios comerciais e mesmo "casebres" fazem parte dos bens que passaram a integrar o balanço dos bancos, conforme mostram os chamados dos leilões. Em um período recessivo, que levou a um excesso de oferta de imóveis, a venda em muitos casos tem sido feita a preços muito abaixo dos estimados inicialmente pelos bancos quando aceitaram as garantias. Isso se conseguem se desfazer dos ativos."

4 de mar. de 2017

Construtora Incorporadora PDG tem pedido de restruturação judicial

Construtora PDG tem dívida de R$ 3,9 bi com bancos nacionais 

                             

A dívida da incorporadora PDG, que pediu recuperação judicial na quarta-feira (22), com os grandes bancos soma cerca de R$ 3,9 bilhões, conforme apurou a Agência Estado. O pedido de proteção à Justiça do grupo, se aprovado, será o maior do setor imobiliário, que tem dívidas totais de R$ 7,8 bilhões.

Por causa da crise na PDG, os bancos - Bradesco, Itaú Unibanco, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Santander, Votorantim e BTG Pactual - devem elevar as despesas para crédito inadimplente no primeiro trimestre. O valor considera apenas as dívidas inseridas no processo de recuperação e não os valores extraconcursais.

Na prática, porém, esses bancos já vinham elevando as provisões para a PDG, considerando que a construtora já considerava pedir recuperação judicial desde o fim do ano passado.

Apesar de ser o maior pedido de recuperação do setor imobiliário, a PDG tende a fazer menos estrago, uma vez que a exposição dos bancos à empresa é menor comparado aos casos de Sete Brasil e Oi. Mesmo assim, o caso é considerado complexo. "A PDG é muito grande, com vários sócios e credores. Pela complexidade, a solução da empresa não seria encontrada fora de um ambiente jurídico. A recuperação judicial pode ser muito positiva", diz um dos credores.

De olho nas recuperações judiciais, os bancos têm feito provisões em seus balanços. Juntos, Bradesco, Itaú, Santander e BB haviam separado R$ 132,6 bilhões, em dezembro, cifra 14,3% superior à registrada um ano antes, de R$ 115,9 bilhões.

Procurados, Caixa, Santander e BB não comentaram. Os outros bancos não retornaram.

Rossi

Em processo de reestruturação iniciado há dois anos, a Rossi Residencial continua a conversar com os bancos credores, como Bradesco e Banco do Brasil, para realongar suas dívidas de curto prazo, de cerca de R$ 320 milhões. Os débitos totais somam cerca de R$ 2,4 bilhões - quase metade deste valor refere-se à dívida corporativa (da holding com os bancos). A outra parte é de financiamento de projetos com bancos, que têm os imóveis como garantia.

Ao Estado, Fernando Miziara, diretor financeiro da Rossi, disse que onda de distratos (devoluções de imóveis) teve forte impacto sobre o grupo, mas não afetará as obras. Há 17 obras em curso - 15 previstas a ser entregues este ano e outras duas, em 2018. "A volta de João Paulo Rossi Cuppoloni à presidência do grupo mostra o comprometimento da Rossi", disse. A RK Partners é o reestruturador da Rossi. Os bancos não quiseram comentar a situação do grupo.

 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.





              

3 de mar. de 2017

Sobe o preço dos imoveis em São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais entre 20 capitais

Preço dos imóveis sobe e valor médio do apartamento de 50m² é R$ 385 mil
Rio, São Paulo e Brasília seguem com os metros quadrados mais caros do País, diz FipeZap

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O preço do imóvel construído no Brasil avançou 0,13% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo dados do índice FipeZap, que acompanha o preço de venda em 20 cidades do País. Com o resultado, o valor médio do metro quadrado acumula alta de 0,84% nos últimos 12 meses, número que representa uma queda real de 3,84%, já que a inflação oficial esperada para o período é de 4,87%. Com a variação, o preço médio do metro quadrado aparece listado por R$ 7.701. Ou seja, um apartamento de 50m² no País sai por cerca de R$ 385 mil. Veja nas próximas fotos quanto é necessário desembolar para viver em cada uma das cidades pesquisadas pelo índice
Foto: Montagem/R7

Publicado no portal R7


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24 de fev. de 2017

Expectativas para o mercado imobiliário em 2017


Uma pesquisa feita pelo VivaReal mostra quais são as expectativas para o mercado imobiliário, de acordo com os consumidores, corretores e imobiliárias
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Um novo ano sempre gera expectativas. No mercado imobiliário não é diferente. Todos os grupos envolvidos em uma negociação tem uma opinião sobre os rumos do segmento durante o ano que começa. Para saber o que pensam consumidores, corretores e imobiliárias, o VivaReal realizou uma pesquisa para saber suas expectativas em relação a 2017.
O público que participou do levantamento está distribuído em 325 cidades de vários portes espalhadas por 24 estados e o Distrito Federal. Entre os dados, 64% dos corretores acreditam que o preço dos imóveis para venda vai permanecer estável e 63% opinaram dizendo que o valor do aluguel permanecerá no mesmo patamar do ano passado.
expectativas-do-mercado-2017

Corretores e imobiliárias também falaram sobre outras questões, como valores dos imóveis no final de 2016, quando a pesquisa foi realizada, flexibilização da negociação em 2017 e o que acham que acontecerá com a economia brasileira. Os dois públicos (58%) se sentem muito otimistas com os rumos da economia do Brasil.
Interessado em imóveis
Consumidores também deram sua opinião sobre as mesmas questões. Os públicos da pesquisa acreditam que os preços dos imóveis estão altos, só que diferente dos corretores, 45% dos consumidores acham que os valores dos imóveis permanecerão estáveis. Grande parte (40%) afirmou que os preços sofrerão quedas em 2017.
O mercado deve prestar atenção aos objetivos dos clientes. A maior parte (71%) quer comprar um imóvel. Já 22% disseram ter interesse em locação. Mais da metade dos consumidores acham que a negociação será mais flexível em 2017. O público está dividido entre o otimismo e o incerto em relação à economia brasileira.
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Comparação
A pesquisa de Expectativas do VivaReal faz um paralelo entre as respostas dos consumidores com a dos corretores e imobiliárias. Para 40% dos consumidores o preço dos imóveis vai diminuir, apenas 21% dos corretores e imobiliárias pensam que em 2017 os valores dos imóveis terão queda.
Os corretores e imobiliárias (61%) estão mais otimistas em relação à economia do que os consumidores (41%). Já a flexibilidade para negociar é semelhante para os dois grupos. Para 58% dos interessados em um imóvel e 59% dos corretores e imobiliárias, a expectativa é o aumento da flexibilidade para negociar em 2017.
A pesquisa completa do VivaReal pode ser conferida gratuitamente nesse link. Os resultados são comentados em vídeo por Aline Borbalan, gerente de Inteligência de Mercado do VivaReal. Aline tem 14 anos de experiência, tendo passado pelas maiores incorporadoras e imobiliárias do país. Ela é uma das maiores especialistas em dados e estatísticas do segmento imobiliário.
 Publicado no blog do Paulo Roberto Leardi