23 de ago. de 2017

A primeira colonia europeia nas Américas é de 500 anos antes de Colombo e era Viking

Home · Geografia · O local da primeira colônia europeia nas Américas, estabelecida 500 anos antes da chegada de Colombo

23/Agosto/2017



                            


Allan Lynch – L’Anse Aux Meadows ficou desaparecida até 1960, quando foi descoberta por casal de arqueólogos noruegueses

Enquanto guiava pela autoestrada TransCanada Highway, fui parado por um alce.

Estava na região norte de Newfoundland, no Canadá, em um trecho conhecido como Trilha Viking e que leva a L’Anse Aux Meadows, o único assentamento nórdico da América do Norte.

É lá que um momento significativo na história da migração humana aconteceu.

No ano 1000, quase meio milênio antes de Cristóvão Colombo iniciar sua famosa viagem, um barco viking, capitaneado por Leif Erikson, levou 90 homens e mulheres da Islândia em busca de um novo lar. Foi o primeiro assentamento europeu no que chamamos de Novo Mundo.

Erikson e seus acompanhantes chegaram na vazante da maré e ficaram presos nas águas rasas da baía de Epaves. Quando a maré subiu, seguiram viagem até L’Anse Aux Meadows.

Em tempos modernos, pode parecer um local inóspito, alvo de fortes ventos vindos do mar. Mas, para quem tinha cruzado o Atlântico Norte em um barco aberto, era o paraíso: florestas cheias de caça, rios com salmões maiores do que os nórdicos já tinham visto, pradarias propícias para a pecuária. Em alguns trechos, uvas selvagens cresciam – o que originou o nome que os vikings deram à região, Vinland (terra das vinhas).

O assentamento, porém, não durou muito. Menos de uma década depois, os imigrantes abandonaram o local, após seguidos enfrentamentos com as tribos nativas. Vinland caiu no esquecimento.
                       

Vikings chegaram à América no ano 1000, quase meio milênio antes de Colombo

Por mais de cem anos, arquéologos de vários países procuraram o local do assentamento perdido de Erikson, mas foi apenas em 1960 que o assentamento enfim foi descoberto: um casal de arqueólogos noruegueses, Helge e Anne Stine Ingstad, ouviu de habitantes de L’Anse Aux Meadows histórias sobre um sítio arqueológico indígena.

As primeiras escavações revelaram vestígios de construções similares às de assentamentos vikings na Islândia e na Groenlândia. E a descoberta de um prego datado de quase mil anos atrás indicou que barcos tinham sido construídos no local.

“Quando éramos crianças, brincávamos ali”, conta Clayton Colbourne, um ex-guia da região. “Não sabíamos coisa alguma sobre os vikings terem estado por aqui.”

Na entrada do sítio arqueológico, um caminho estreito corta uma paisagem que mudou muito pouco desde o tempo de Erikson. O caminho leva aos vestígios das três cabanas originais e cinco ateliês do assentamento. A agência turística governamental Parks Canada recriou num local próximo modelos de alojamento e de ateliês. Neles, guias e animadores vestidos como vikings explicam como viviam os habitantes.

Foi em uma dessas cabanas que nasceu Snorri, o primeiro bebê europeu dado à luz no Novo Mundo, e que se tornaria um dos principais evangelizadores do que hoje é a Islândia.

Em 1978, L’Anse Aux Meadows foi um dos primeiros pontos de interesse cultural do mundo a receber o título de Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco (braço da ONU para educação e cultura).

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/07/29/o-local-da-primeira-colonia-europeia-nas-americas-estabelecida-500-anos-antes-da-chegada-de-colombo.htm

Publicação do Blog Controvérsias

22 de ago. de 2017

Sucesso de vendas no setor imobiliario fica em São Paulo Pirituba com a construtora MRV

Construtora MRV Já Vendeu 60% Do Total De Unidades Lançadas Do Megaprojeto De R$ 1,5 Bilhão

Por

Mercado Imobiliário


21 de agosto de 2017
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Lançado em março em Pirituba, empreendimento é o maior da história da construtora com possui 6.912 unidades, sendo 100 por cento elegíveis ao Minha Casa Minha Vida.
Imóveis destinados à população de baixa e média renda, enquadrados nas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), tem puxado o crescimento do mercado imobiliário em todo o país. Em São, Paulo, a MRV Engenharia, líder no País na construção de moradias econômicas, conseguiu uma façanha: em apenas 4 meses vendeu 1161 imóveis de um megaempreendimento – o maior de sua história no País – o Grand Reserva Paulista que está sendo construído no bairro de Pirituba e terá 6912 unidades. Neste mesmo terreno está sendo erguido o Spazio San Valentin, com 384 unidades, totalizando um complexo com 7296 apartamentos. A maior parte das unidades são elegíveis ao programa federal Minha Casa, Minha Vida que oferece benefícios para a aquisição da casa própria. A MRV atende famílias inscritas nas faixas 2 e 3 do Programa que ganham entre 3 e dez salários mínimos.

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A comercialização dos cinco primeiros condomínios do Grand Reserva Paulista — de um total de 24 que serão construídos totalizando 48 torres — somada às vendas do Spazio San Valentin, lançado no final do ano passado — surpreendeu pela velocidade nas vendas. De março a junho foram comercializadas 63% das 1824 unidades colocadas à venda. A maior parte dos imóveis têm dois dormitórios e estão sendo negociados entre R$ 225 mil e R$ 240 mil, teto do valor dos imóveis em São Paulo dentro do programa federal. Foram comercializados 1161 imóveis neste período.
“Temos vendido um condomínio por mês”, comemora o presidente da MRV, Eduardo Fischer. “A velocidade de vendas deste complexo tem sido uma das melhores da história da MRV”, reforça ele. Segundo o presidente, a expectativa de desempenho é alta. “Estamos avaliando que o resultado de vendas irá ultrapassar as nossas estimativas preliminares”, diz ele. O valor geral de vendas (VGV) — soma do valor potencial de venda de todas as unidades deste empreendimento — é estimado em R$ 1,6 bilhão.
De acordo com Fisher o sucesso de vendas deve-se também à carência de oferta de habitação popular em São Paulo o que pressiona a procura por imóveis nesta categoria. “O preço dos terrenos em São Paulo é alto e conseguimos viabilizar este projeto a um custo baixo porque já tínhamos adquirido uma área grande na cidade que garantiu escala ao empreendimento”, explica ele.
Além disso, o Grand Reserva Paulista tem características de bairro planejado. Será totalmente aberto e comportará imóveis residenciais e comerciais, além de oferecer duas praças internas, ciclovia, captação de energia solar para áreas comuns e rede elétrica subterrânea. Oferecerá ainda outras benfeitorias para a população do entorno como uma creche para 200 crianças e uma base para a Polícia Militar. “Trata-se de um projeto de moradia diferenciado que estimula o morador ter qualidade de vida”, destaca Fischer.
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20 de ago. de 2017

Construtora MRV obtem licenciamento ambiental para lançar 7,5 mil apartamentos em São Paulo


Construtora MRV Obtém Licença Para Lançar Megaprojeto De R$ 1,5 Bilhão



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Uma das incorporadoras com maior atuação no Minha Casa Minha Vida, empresa conseguiu licenciamento ambiental para empreendimento de 7,5 mil apartamentos em São Paulo.


A MRV Engenharia, uma das incorporadoras com maior atuação no Minha Casa Minha Vida, recebeu a licença ambiental para o desenvolvimento do maior projeto imobiliário da história da companhia. O empreendimento, batizado de Gran Reserva Paulista, terá 48 edifícios de 18 pavimentos, totalizando aproximadamente 7,5 mil apartamentos em Pirituba, na zona norte de São Paulo. O valor geral de vendas (VGV, soma do valor potencial de venda de todas as unidades) é estimado em R$ 1,5 bilhão, o que corresponde a 70% do VGV lançado pela empresa no primeiro semestre deste ano.


O projeto aguarda a liberação do alvará de construção, que deve ser emitido pela prefeitura nos próximos 30 a 60 dias, segundo expectativa do copresidente da MRV, Eduardo Fischer, que espera lançar o projeto ainda neste ano. “Se conseguirmos lançar neste quarto trimestre, será perto do fim do ano. O impacto do projeto será grande nas vendas do primeiro trimestre de 2017”, afirmou, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.


A empresa vai na contramão do setor. No segundo trimestre, enquanto as dez maiores incorporadoras listadas na Bolsa tiveram juntas uma queda de quase 35% na receita líquida e registraram um prejuízo líquido consolidado de R$ 753,3 milhões, a companhia teve lucro de R$ 137,7 milhões, o maior do setor. A fórmula da MRV está na produção de imóveis populares financiados principalmente com recursos do Fundo Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Já as companhias que atuam no médio e alto padrão usam outras fontes de financiamento que ficaram mais escassas e caras em meio à crise.

                                

            Construtora MRV obtém licença para lançar megaprojeto de R$ 1,5 bilhão

As unidades do Gran Reserva Paulista estarão enquadradas nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 3,6 mil e R$ 6,5 mil, respectivamente. Nessas faixas do programa habitacional, os compradores contam justamente com recursos do FGTS e do Fundo Garantidor da Habitação Popular. Como não são dependentes de subsídios do Tesouro Nacional, essas faixas têm mostrado boa performance de comercialização, de acordo com o executivo.


Fischer disse que não há prazo estabelecido para lançar todas as unidades do empreendimento, pois essa decisão dependerá dos níveis de demanda do mercado. Mas ressaltou que o segmento de imóveis destinados à população de renda baixa e média-baixa permanece com níveis saudáveis de vendas, beneficiados pela manutenção da oferta de crédito no setor.


“Nossa expectativa de desempenho é alta. Se o resultado for bom, poderemos vender uns 40% do VGV no ano (de 2017)”, afirmou, ponderando que o montante é uma estimativa, e não uma meta formal.


A MRV está presente em 142 cidades e busca expandir suas operações nas municípios de médio e grande porte onde já atua, sem a necessidade de migrar para outras praças e arcar com novas despesas logísticas. O Grand Reserva Paulista fica a 500 metros do Shopping Tietê Plaza, próximo à Marginal Tietê. O terreno tem 180 mil metros quadrados e foi adquirido em 2009, por R$ 95 milhões, do Santander. Nessa área estavam situados alguns edifícios construídos no passado para abrigar o setor administrativo do antigo Banespa. Essas estruturas estavam desocupadas e, atualmente, passam por demolição para dar espaço ao novo bairro.


Escala. Na avaliação de um analista do setor, o grande diferencial do projeto da MRV é estar dentro da cidade de São Paulo. “Há muita dificuldade das empresas de viabilizar projetos na cidade com um custo baixo por unidade, que se enquadra no projeto Minha Casa Minha Vida.” Segundo ele, isso só foi possível porque a incorporadora mineira conseguiu um terreno grande, que garante escala ao empreendimento. “A expectativa é de que haja uma demanda enorme, porque não existe nada parecido na cidade.”


O projeto também envolverá a construção de praça pública, creche e um batalhão da Polícia Militar, além de ciclovia, abertura de ruas e o alargamento da Av. Raimundo Pereira Magalhães. Essas obras complementares são contrapartidas estabelecidas pela Prefeitura.
Por
Mercado Imobiliário
15 de agosto de 2017 
Fonte: Estadão

19 de ago. de 2017

Carta de um pai ao filho neonazista sobre a manifestação em Charlottesville nos EUA


“Meu filho não é mais bem vindo em casa”: a lição da carta pungente do pai de um neonazista. Por Kiko Nogueira

 
             
                  Peter Tefft, ao centro, em Charlottesville com os colegas neonazistas

Em uma carta aberta publicada no site Inforum.com, Pearce Tefft, pai de Peter Tefft, que foi identificado como neonazista na marcha de 11 de agosto em Charlottesville, falou de seu drama.

Pearce se refere ao rapaz como seu “filho pródigo” e diz que ele não é mais bem vindo nas reuniões de família. O post viralizou.

“Rezo para que ele renuncie a suas crenças odiosas e volte para casa”, diz o pai.

“Foi o silêncio das boas pessoas que permitiu que os nazistas crescessem da primeira vez, e é o silêncio das boas pessoas que está permitindo que cresçam agora”.

Você romperia com seu filho? Você tentaria salvá-lo? A culpa por um monstro criado em casa é de quem?

Meu nome é Pearce Tefft, e escrevo a todos a respeito do meu filho mais novo, Peter Tefft, um nacionalista branco asumido que tem aparecido em diversas reportagens nos últimos meses.

Na noite de sexta-feira, meu filho viajou para Charlottesville e foi entrevistado por uma equipe de jornalistas enquanto marchava ao lado de outros nacionalistas brancos, que acabaram matando uma pessoa.
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Eu, juntamente com todos os seus irmãos e sua família, desejo repudiar veementemente a retórica e as ações torpes, odiosas e racistas de meu filho. Não sabemos exatamente onde ele aprendeu essas crenças. Não foi em casa.

Tenho dividido minha casa e meu coração com amigos e conhecidos de todas as raças, gêneros e credos. Ensinei às minhas crianças que todos os homens e mulheres são iguais. Que temos de amar a todos igualmente.

Evidentemente, Peter decidiu desaprender tais lições, para desgosto e sofrimento meu e de sua família. Estávamos em silêncio até agora, mas agora vemos que isso foi um erro.

Foi o silêncio das boas pessoas que permitiu que os nazistas crescessem da primeira vez, e é o silêncio das boas pessoas que está permitindo que cresçam agora.

Peter Tefft, meu filho, não é mais bem-vindo em nossas reuniões familiares. Eu rezo para que meu filho pródigo renuncie a suas crenças odiosas e volte para casa. Só então faremos uma festa.

Suas opiniões odiosas estão resultando em ataques a seus irmãos, primos, sobrinhos e sobrinhas, assim como seus pais. Por que deveríamos ser culpados por associação? Novamente, nenhuma de suas crenças foram ensinadas em casa. Nós não aceitamos e jamais aceitaremos sua deturpada visão de mundo.

Ele certa vez disse, em tom jocoso: “Não é que nós, fascistas, não acreditemos em liberdade de expressão. Você pode dizer o que quiser. Nós apenas vamos te jogar em um forno”.

Peter, você vai ter que atirar nossos corpos no forno também. Por favor, filho, renuncie ao ódio, aceite e ame a todos.

Publicado no DiariodoCentrodoMundo

18 de ago. de 2017

Aprovada medida provisoria do presidente Michel Temer em que o comprador caso perca imóvel tem que continuar pagando


MP de Temer permite que comprador perca o imóvel e continue pagando

QUI, 17/08/2017 - 19:24

Foto: Divulgação

                       

Jornal GGN - Os aliados de Michel Temer no Congresso aprovaram nesta quinta (17) uma MP (Medida Provisória) que permite que o trabalhador incapaz de arcar com os custos de um imóvel financiado seja obrigado a devolver o bem e ainda continuar pagando as parcelas, caso o banco considere que a dívida ficou maior que o valor da propriedade.
"Trata-se de um retrocesso monumental. Pelo ordenamento jurídico atual, o imóvel comprado garante, em caso de inadimplência, a quitação da dívida decorrente de sua aquisição. Mas a MP 775 aprovada na Câmara define que essa garantia pode não ser mais suficiente, e caso o valor apurado na sua venda após a retomada seja menor que o montante total da dívida, o tomador continuará obrigado a pagar o saldo devedor."


A bancada do PT emitiu uma nota à imprensa repudiando a aprovação da MP.

Abaixo, a nota completa.

A Bancada do PT na Câmara lamenta profundamente a aprovação, na
terça-feira, 15, de dispositivos incorporados no Projeto de Lei de
Conversão da Medida Provisória 775/2017 que ferem diretamente os
interesses de todas as pessoas que tenham imóvel alienado como garantia
de financiamento. A medida foi aprovada com o apoio da bancada de apoio
ao governo Michel Temer, apesar da reação contrária do Partido dos
Trabalhadores e de outros partidos de oposição.

Originalmente, a MP tinha o objetivo contribuir para reduzir os riscos
de fraude, ampliar o grau de segurança jurídica das transações
contratadas no mercado financeiro e, em última instância, propiciar
condições para a ampliação e diminuição do custo do crédito,
sobretudo para as pequenas e micro empresas. Contudo, a base governista
de apoio Temer não resistiu, mais uma vez, em repetir sua prática
cotidiana: atacar os direitos dos trabalhadores.

Trata-se de um retrocesso monumental. Pelo ordenamento jurídico atual,
o imóvel comprado garante, em caso de inadimplência, a quitação da
dívida decorrente de sua aquisição. Mas a MP 775 aprovada na Câmara
define que essa garantia pode não ser mais suficiente, e caso o valor
apurado na sua venda após a retomada seja menor que o montante total da
dívida, o tomador continuará obrigado a pagar o saldo devedor.

Esse dispositivo tem implicação direta nas operações de
financiamento no âmbito do sistema financeiro habitacional, em que o
imóvel é usado como garantia. Em contexto de crise econômica em que,
por um lado, o desemprego aumenta a inadimplência e, por outro, o
preço dos imóveis tendem a diminuir em termos reais, existe a
tendência de haver um descasamento entre os saldos devedores e o valor
dos imóveis passíveis de serem objeto de execução pelos bancos.

Em resumo, a base governista optou por privilegiar os bancos, cujos
lucros astronômicos são os maiores do planeta, em detrimento do povo
brasileiro. É a lógica que move o atual governo: retirar direitos dos
trabalhadores e beneficiar o sistema financeiro e camadas privilegiadas
da sociedade.

Nós, da Bancada do PT, repudiamos a incorporação, na MP, de medida
cujo objetivo é claríssimo: penalizar a classe trabalhadora,
transferindo renda do trabalho para o sistema financeiro. Como o tema
era estranho ao texto original, vamos denunciar a aprovação e lutar
com os movimentos de moradia para exigir o veto da medida.

Brasília, 17 de agosto de 2017

CARLOS ZARATTINI (PT-SP), LÍDER DO PARTIDO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS​

Publicado no jornal GGN do jornalista Luis Nassif

8 de ago. de 2017

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