Esta pergunta me fazem quase todo dia, eu posso comprar minha casa minha vida.
E as regras de compra são simples, quase todo mundo pode comprar pelo minha casa minha vida devido basicamente aos incentivos do governo pois quem compra tem uma taxa de juros diferenciadas que pode ser 4,5% ou 5,5% num mercado que cobra juros de 9 a 12% . Portanto este é o grande negocio para quem compra, lógico que o subsidio é a parte mais interessante, pois quem recebe deve ter uma renda entra R$ 1100,00 e R$ 2790,00 sendo que na faixa de renda mais baixa o subsidio é de R$ 23.000,00 e de R$ 2000,00 na faixa maior, acima desta faixa e até R$ 6.000,00 você paga os juros de 5,5%. Estes incentivos são paras imóveis novos ja que um dos objetivos e fomentar a industria da construção civil.Você também pode usar o seu FGTS o que é melhor do que deixar ele lá no banco rendendo quase nada.
27 de jun. de 2011
22 de jun. de 2011
Novos empregos e renda
País tem 1,17 milhão de novos empregos este ano
por Secom em 20/06/2011 20:41hs
Em maio foram gerados mais de 250 mil empregos com carteira assinada, o terceiro melhor registro da série histórica
Entre janeiro e maio foram gerados no Brasil 1.171.796 empregos formais, segundo melhor resultado na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ficando atrás apenas do registrado em 2010, quando foram abertos 1.383.729 postos. Em maio, foram formalizados 252.067 empregos em todo o País, com variação de 0,69%, terceiro melhor resultado da série histórica Caged, superado apenas pelo resultado de maio de 2004, com 291.822 postos, e maio de 2010, com 298.041. Já o acumulado nos últimos 12 meses apresenta saldo de 2.256.765 registros de carteira assinada - variação de 6,47%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A criação de empregos em maio foi resultado, segundo o MTE, do recorde de admissões para todos os meses do Caged, com 1.912.665, e o segundo maior resultado de demissões para todos os meses da série histórica, com 1.660.598 desligamentos. Para o ministro do MTE, Carlos Lupi, isso mostra que há grande movimentação da mão de obra, e, com este dinamismo, o mercado de trabalho se mantém aquecido.
Setores - Na distribuição por atividade econômica, todos registraram aumento no saldo de empregos em maio. O setor agropecuário foi o que mais cresceu, registrando 79.584 novos postos de trabalho, com alta de 5,11% — a maior taxa de crescimento entre todos os setores. O MTE considera que a alta verificada no setor agrícola se deve a fatores sazonais na região Sudeste, com o início da lavoura de café, cana-de-açúcar e laranja. O setor de serviços, com a geração de 71.246 empregos celetistas, e a construção civil, com 28.922, tiveram o segundo melhor saldo para o mês. O setor de indústria também apresentou bom desempenho com a criação de 42.301 empregos formais. Entre os 25 subsetores, somente a Indústria de Calçados e a Indústria Têxtil fecharam vagas no período.
Regiões - A região sudeste foi a que mais obteve registros com carteira assinada, totalizando 174.836 novos empregos, terceiro melhor resultado para o período. Os estados de São Paulo, com 86.737 registros, Minas Gerais, com 56.977, e Rio de Janeiro, com 18.603, lideram a lista. O Centro-Oeste registrou saldo recorde para maio, com a geração de 21.829, um aumento de 0,80% em relação ao estoque de trabalhadores com carteira assinada no mês anterior, segundo melhor resultado entre as regiões. O Sul criou 25.741 postos, terceiro melhor saldo para o mês, o Nordeste 25.094 e o Norte 4.567.
Áreas Metropolitanas – O emprego no conjunto das nove áreas metropolitanas (BA, CE, MG, PA, PE, PR, RJ, RS e SP) cresceu 0,42%, representando a geração de 65.070 postos de trabalho, o terceiro melhor desempenho da série histórica do Caged. No interior desses aglomerados urbanos, o emprego cresceu 1,08%, o que corresponde ao incremento de 143.823 postos de trabalho, devido, primordialmente, ao desempenho do setor agrícola.
Assinar:
Postagens (Atom)